segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

ANALOGIA



Tem coisas que tocam mesmo o coração da gente. Começou a chover... e o cara continuou lá no canteiro, com suas ferramentas, plantando uma muda. Em via pública, na cidade. Não o conheço, não pude tirar foto, mas achei bonito... O legal também é que um dos sinônimos de "muda", levando em conta o campo semântico, é "transformação". Me lembrei da coragem, da firmeza no propósito, de não se deixar abalar pelas intempéries da vida... Como uma coisa tão "simples" poderia trazer tamanha reflexão? Sintonia. Toda mudança necessita ser plantada, querida, vigiada. Tal qual uma planta que nasce. Que bom a gente se deixar encantar pela simplicidade... e eu me senti feliz por ter podido presenciar isso. Eu me alegrei por sentir. (A.K. 11/12/2017)

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

DECANTEI

Purguei a passagem do medo
Grande Sertão atravessava
Mas a voz do tempo aprendi a ouvir
E no rio da vida decantei 
porque o sertão é do tamanho do mundo
e eu o atravessei a nado

(A.K. 10/11/2017)

João Guimarães Rosa, na viagem ao Sertão Mineiro, em 1952. [Foto: Eugênio Silva/ revista 'O Cruzeiro'
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

O encontro de Riobaldo e Diadorim no porto do Rio de-Janeiro e a posterior travessia pelo rio São Francisco






SOBRE O DOCUMENTÁRIO

Filme: Rio de Janeiro, Minas
Sinopse: O encontro de Riobaldo e Diadorim no porto do Rio de-Janeiro e a posterior travessia pelo rio São Francisco.
Ano: 1993
Gênero: Curta-metragem – formato 35 mm, colorido
Tipo: Ficção
Duração: 8 min.
Diretora: Marily da Cunha Bezerra
Fotografia: Kátia Coelho
Roteiro: Marily da Cunha Bezerra
Edição: Sarah Yakhni
Direção de arte: Kátia Coelho
Narração: José Mayer
Participação especial: Dona Didi, Manuelzão
Montagem: Sarajh Yakhni
Trilha Sonora: Badi Assad


 Referência:

http://www.revistaprosaversoearte.com/riobaldo-e-diadorim-o-encontro-no-porto-do-rio-de-janeiro-e-a-travessia-pelo-rio-sao-francisco/